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Archive for junho \29\UTC 2010

Devo continuar louco, ou então, deve ser inveja… Afinal, 23 anos e fora de forma, óbvio que o gordo viado vai falar mal dos lindos heróis com seus corpos definidos… ¬¬

Atualmente existe uma grande onda contra a pedofilia. Casos que aconteceram na Igreja Católica (comentários em post a ser feito) chocaram o mundo, médicos descobertos aproveitando de seus pacientes menores de idade, professores e professoras fazendo o mesmo. Oh, the humanity!!! Parece haver uma onda de pedofilia… VAMOS ESCONDER NOSSOS JOVENS!!!

Graças a deus que todos estamos engajados na luta contra a pedofilia, e graças a deus que nossos programas não atiçam a curiosidade, a vontade latente destes deturpados. Nossos programas não exploração a beleza e os corpos definidos dos garotos e garotas menores de idade e presas fáceis destes corruptores da família…

Vamos dar um parabéns ao programa Colírios, que com toda certeza, está fazendo de tudo para não atiçar os sentimentos pedófilos daqueles que assistem…

Provas de que temos um programa que NÃO MERECE SER CRITICADO, e que NÃO EXPLORA A BELEZA E O CORPO DE MENORES DE IDADE…

Até aqui blz.

É isso aí, não vamos explorar nada…

E viva o sol! E viva o futebol perto da piscina! (legenda original do site)

 Ahh, vamos ser justos, foi sem querer, eles estão sem camiseta, está sol… Isso não é exploração…

De quem é esse tanquinho incrível?! (legenda original do site)

É… bom… hum… não dá pra defender essa né? Gooool… bom… de quem será esse tanquinho incrível????

Mas, gente, não é pedofilia curtir esses garotos, e muito menos fazer um programa baseado basicamente na beleza e atributos físicos… não… é apenas uma questão de estética… (Kant se revira no túmulo…)

Eu tenho uma aposta, o dono do tanquinho deve ter menos de 18 anos… Ops =S

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Eu acho que a maioria das visitas nestes blog são por engano, a frase que vai no twitter acaba até chamando a atenção, aí vc entra e vê um mar de letras e faz o que? Desiste, claro, para que ler? O legal é um blog que tenha 1 foto (que ocupa meia página) e um comentário “engraçadinho” de duas linhas… Esse é o padrão…

E por falar em padrão, não discorrei muito sobre isso, mas alguém viu o programa dos Colírios Capricho? Eu estava vendo o pânico, mas me avisaram que estava passando e eu dava umas espiadas.

Até onde entendi 10 garotos, a maioria menos de idade, vão ficar 8 semanas em uma casa (e a escola? Estudar para que né?) e disso vai sair um garoto que será um blogueiro, ahhh, pq isso é uma nobre profissão hoje em dia. E parece que também será um “micro-vj-colírio” da, como diria Caetano, Emetevê.

Aí você pega os garotos, alguns bem gatos pra falar a verdade, e vc percebe o que? Eles são práticamente idênticos… tirando um ou outro com o cabelo ruim, todos tem o cabelo liso, franjinha estilo Bieber (Bieber, não biba… ah, é quase o mesmo ¬¬), usam uma camiseta básica ou preta, ou branca, com gola em V, usam um anel no dedão, uma calça meio skinny, ou um pouco mais colada, uma blusa mais chamativa, com estampas, cores etc. e é isso… vc tem, literalmente, toda a vida do garoto.

Sem falar que pelo que vi, e não foi tanto, todos são de classe média alta, todos bem nascidos, nutridos et tudo mais. Todos com corpinhos gostosinhos, pq fazem academia depois da escola (no máximo o 3º colegial) e todos estilosinhos, tudo com o dinheiro do pai.

http://colirios.capricho.abril.com.br/ eis o site. Por favor, será que só eu consigo enxergar? se as fotos estivessem em uma resolução pior, vc confundiria não? Salvam-se, da regra do cabelo, os candidatos 6 e 9 (acho, não fiquei fuçando, apesar q minha vontade era discutir um por um, foto a foto et tudo mais, porém, nada tenho contra os garotos, são sim muito simpáticos e gatinhos, tenho sim um problema com a sociedade que produz esse tipo de garoto).

Peço-lhes, encarecidamente, olhem para o lado, e vejam quantos garotos não se encaixam na descrição que eu dei. Nas ruas, nas baladas, nos mercados, no seu trabalho, na sua faculdade ou colégio et na casinha de sapê…

Ai, quer saber? Ilustrarei meus comentários…

 

É, deve ser loucura minha, todos são tão diferentes…

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OBA SEXO!!!! ^.^ ¬¬ Não, não falarei sobre sexo, apesar de que tenho certeza que se falasse minhas visitas iam ao máximo… (e garanto que não faltariam posts)

Também não irei discutir aqui o niilismo ativo ou passivo, poucos entenderiam. Só gostaria de perguntar para todos, vocês são ativos ou passivos?

Vocês ficam esperando as coisas acontecerem ou fazem acontecer? Vão atrás do que desejam, ou apenas esperam que isso venha até você? Qual sua posição diante da vida?

Muito complicado né? Até eu acho, eu, nesse caso, seria relativo… algumas vezes vou atrás do que quero, outras espero ocorrer…

Maaaaas, estando em uma espécie de mídia virtual, na chamada blogsfera, eu queria saber se vocês são ativos ou passivos em relação à cultura, em relação às mídias como vcs se comportam?

Apenas devoram e digerem aquilo que é dito como interessante? Aquilo que é necessário saber? Ou será que vcs produzem novas coisas, novas tendências, novos eventos e por aí vai?

Nhé, até parece que isso é um diálogo… hahahahaha, antes fosse, era o que eu gostaria, maaaaas não é. Então, falo o que eu quero, e com sorte, alguém discutirá comigo ^.^

Pelo meu post sobre a Lady Gaga e sobre a alienação do futebol fica claro o que penso, não é?

Creio que estamos vivendo em uma sociedade de consumo (dã, vários autores dizem isso), e além disso, em uma exacerbação da sociedade de consumo, você é aquilo que você tem, ou até pior, você é defino pelo o que você parece ser…

Começo criticando o meu próprio “povo”, não, não os gays ¬¬ (merecem um post específico), mas sim os acadêmicos. Oras, os acadêmicos, muitas vezes, são definidos pelo autor que seguem (marxistas, weberianos, nietzschenianos, keynesianos, levi-straussianos [??]), o que é rídiculo. Também somos definidos pelas produções, e não tanto pela qualidade ou por importância, mas pela quantidade de pontos no nosso Lattes, ou se fomos publicados na revista X, Y ou Z. Isso quando não somos sumariamente julgados por nossos pares que, por desafetos pessoais, podem interferir na publicação de nossas produções, independente da qualidade que estas tenham. Até mesmo entre aqueles que deveriam produzir cultura e conhecimento o problema está instaurado…

Os nerds acabam se definindo pelos mangás, pelos animes, pelos jogos. Recentemente descobri que existem “linhas” dentro deles, existem aqueles que defendem determinado estilo para as publicações de mangás, contra os que defendem outro estilo, existem aqueles que são nintendistas, sonystas, e por aí vai. A questão não é você gostar de algo, ou admirar determinada produtora, mas sim defender essa produção com unhas e dentes, muitas vezes tornando qualquer crítica, qualquer pensamento diferente, uma ataque pessoal.

Estes acabam se definindo pelo que leem, jogam, assistem, pelo que me contam, reclamam absurdamente da qualidade, do acesso etc. mas não fazem nada para mudar isso. E, pelo que me contam, existe uma tendência de crescimento deste tipo de grupo social, e adivinhem!!! Eles já estão reclamando!!! E pq? pq existe a necessidade de ser diferente, e o aumento populacional acaba por pulverizar e socializar determinados conhecimentos e estilos, determinados saberes, o que torna “ser nerd” sem graça, o legal é “””ser””” diferente, ser excluído, ser estranho…

O mesmo vale para os emos, indies, alternativos, ou whatever que eles se configurem. Tive vários conhecidos que se declaravam alternativos, o que significa que não são emos, não são góticos, clubbers ou qualquer coisa que seja, são diferentes. E os que eu conheci gastavam 200 reais em uma camiseta básica, apenas pq a marca era “desconhecida”, mas qualquer pesseio na Augusta mostra a mesma camiseta em todas as tonalidades possíveis. Usa-se uma calça skinny, um all-stars meio acabado, ou até mesmo impecável, uma camiseta de cor berrante, um wayferer no rosto (de sol ou normal, com ou sem lente) e você é O alternativo. Mais uma vez, definidos pelo que vestem, pelo que dizem fazer, pelo que escutam, pelos filmes que veem (querem ver aquelas coisas que ninguém conhece, mas ao mesmo tempo acessam o papel pop, te dou um dado para saber as coisas mais fashion).

Já vi gente sendo “expulsa” de determinados grupos por serem diferentes, alguém que não usava as roupas “ditadas” pelo grupo social (imaginem um gótico de violeta, normalmente é preto né?), por não saberem do último lançamento, do último filme, da última música. Oras, o que vale? o que a pessoa é ou o que parece ser? Parece nessa última frase que o que vale é o que a pessoa conhece, mas não é isso, vale o que a pessoa “tem” que conhecer, ela tem que conhecer o que o grupo social deseja.

Tive amigos nerds e alternativos, e claro, acadêmicos, mas nunca me encaixei 100% em nenhum deles, e era engraçado perceber que meu amigo nerd ficava espantado quando descobria que eu conhecia um certo jogo, ou certo anime. Meu amigo alternativo ficava extremamente chocado quando percebia que eu cantava as mesmas músicas que ele julgava desconhecidas ao grande público, que eu sabia coisas alternativas, e muito se impressionaram meus amigos acadêmicos quando percebiam o mesmo, quando viam que eu não conhecia apenas a teoria, mas também algumas coisas da prática.

Eu entendo perfeitamente a necessidade humana de se encaixar, de se identificar com outros, mas quando somos obrigados a moldar nossos comportamentos, de forma total, para satisfazer essas necessidades, deve haver algo errado…

Posso estar totalmente errado, posso ter conhecido pessoas que não retratem o todo dos grupos que pertencem, mas… alguém aqui se manifestará e abrirá uma discussão? Poderemos exercitar nossas mentes e discutir os impactos da exacerbação da sociedade de consumo e da necessidade de identificação no indíviduo?

É… acho que não, normalmente aqueles que leem, se o fazem, são muito passivos…

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¬¬

Não, não estamos falando da possível instabilidade política alemã após a renuncia de seu presidente e da díficil decisão que Angela Merkel tem que tomar ao “escolher” o novo presidente…

Estamos falando de futebol! ^.^¬¬ do que mais se fala?

Que fique claro que nada tenho contra os torcedores, meus grandes colegas dos campos de várzea, ou admiradores do nobre esporte bretão (pois é, veio da Inglaterra, e dizem, foi aperfeiçoado no Brasil)
(*nota de rodapé: não discutirei que na China Imperial, muito antes do que na Inglaterra, tinha duas traves, uma pessoa e uma bola, que eram utilizadas nos treinamentos militares e lembram alguma coisa, hm ^.^ ¬¬) 

Mas voltando: Estava eu indo para minha pós (sim, necessidade de auto-afirmação, ir para pós significa: 1) tenho ensino superior; 2) continuo meus estudos; 3) me acho gostoso o suficiente para escrever “casualmente” uma informação tão “””necessária”””) e passando em frente a uma instituição financeira vi duas pessoas conversando e captei a seguinte frase “É, a Alemanha pode cair… É só levar x gols” ¬¬

Meu problema não é torcer, meu problema é ver um país inteiro parando, deixando de produzir, se mobilizando intensamento por 11 pessoas que vão ganhar trocentos mil reais, fora os milhões que já ganham, enquanto todos passam fome (ver pesquisa do IBGE que demonstra que uma parcela da população sente fome “regularmente” ou “às vezes”), e esses que passam fome, estão torcendo alegremente… como diria Marx “é o ópio do povo”…

Me irrita tanto, ou me irritava, entrar no trem et no metro, e ver pessoas lendo o LANCE, ou outro jornal esportivo… não haveria problemas se eles lessem outras coisas, até a VEJA pelo amor de deus, mas não, leem apenas isso, sabem quem foi vendido, que time é teu, quem entra e saí, a dança dos técnicos, pontos corridos, mata-mata, nomes indecifráveis a mente comum e tudo mais.

Mas não devem saber do suposto Dossiê dos que trabalharam na campanha da Dilma, não sabem que pessoas passam fome regularmente, não sabem o preço do barril de óleo brent, ou a cotação do dolár, ou o que ocorre no leste europeu. Afinal, não tem informações sobre nada, apenas sobre futebol, como se fosse a única coisa que importasse. E isso me irrita muito.

Pior é ouvir alunos, em uma palestra com um pensador importante, citando informações que leram nesses jornais esportivos e tentando dar uma de intelectuais com essa informação. Uma cousa é vc gostar de futebol, outra cousa é vc ser alienado. E é isso que sou contra, a alienação por conta de um evento esportivo, que não trará absolutamente nada para ninguém. O que uma estrela a mais em um uniforme canarinho (que custa caro) fará de bom para vc? O que 350 mil reais na conta do Kaká fará por vc? (bom, pra bispa são 35 mil, é… pra ela é bom!) O que o Brasil ser HEXA trará de benefícios? Nada

E ainda agem como se fosse resolver os problemas do país. Enquanto estamos vendo os jogos e vibrando pelo Brasil, pessoas estão vibrando, não de alegria, mas de fome…

Palpites para o jogo amanhã? Eu diria que não teremos fome… de gols.

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Estão vendo??? Uhh Lady Gaga ¬¬

Foi ela quem disse a frase-título deste post. Li isso em alguma notícia sobre o novo álbum da cantora, onde ela diz que suas músicas serão, ou são, mais amarguradas e blá blá blá. Olha, sou um fã da Lady Gaga, e achei a frase muito interessante.

Mas, chato como sou, não iria apenas admirar, mas também iria verificar as coisas: pq Lady Gaga faz sucesso?

1º Pela suas músicas; 2º pela sua voz; 3º pela qual…… zzzZzzZZZzzzz.zzz ahhh, ops…

Acho que é idiotice ficar reproduzindo discursos vazios, todos sabem que ela canta bem, que as letras são legais, e principalmente, os gays adoram. Sim, nossa capacidade de mobilização não consegue fazer o casamento gay ser aprovado, mas consegue colocar qualquer um nos TOP 5 da Billboard… ¬¬

Mas mais do que isso, eu acho que ela representa o sentimento de uma geração, representa um certo “espírito do tempo” (zeitgeist para os filosófos). Mas pq? Oras, ela é estranha, ela se veste de uma forma diferente, canta e dança (minha gente) de forma não convencional.

Hoje temos tantos adolescentes et adultos tentando ser diferentes, os garotos e garotas com suas roupas estilosas, seus tênis cano alto, seus all-stars azuis, brancos, roxos, com a hello kitty e o cacete, isso sem falar nos seus cabelos coloridos, descoloridos, espetados, com franjas adoraveis e fofuxas ^.^ ¬¬

E os adultos, muitos pelo menos, que no mundo corporativo e empresarial tentam ser diferentes fazendo novos cursos, MBAs, viagens e tentando ser diferentes, todos fazendo o mesmo. Tentando se definir pelo que a empresa deseja ou espera dele, pessoas vazias, robóticas, sem uma personalidade… Pessoas encaixotadas tentando pensar fora da caixa…

Oh, the humanity! (funcionou quando caiu o balão [festa junina? ^.^  não, tragédia do hindenburg ¬¬)

E eis que entra … Uh Lady Gaga… Ela é diferente, de verdade, ela não segue tendências, ela produz tendências, ela faz o que ela quer, veste o que quer, usa o cabelo da forma que quer, e dessa forma conseguiu, aos 23 anos, coisas que muitos jovens não terão, e muitos adultos não serão… Mas o que isso tem a ver com representar o nosso tempo?

Humpf, o que melhor representa nossa tempo, (moderno? Não, contemporâneo! ) do que uma pessoa realmente autêntica? Não tentamos ser diferentes para mostrar que somos indivíduos? Não somos nerds, emos, gays, acadêmicos, empresários, tudo para tentar ser diferente? E acabendo sendo sempre iguais?

Não estamos buscando uma maneira de nos apresentarmos no mundo de forma singular? Eu acho que sim, hoje cada um tenta se esgueirar dentro de um pequeno segmento para ser algo, ou alguém, criamos blogs (como esse) para tentar expressar nossos sentimentos, mas na verdade esperamos ter um público, afinal, quem escreve, escreve para alguém ler… E nisso tentamos ser diferentes nos nossos grupinhos tão iguais entre si, e tão diferentes entre outros…

Deveriamos ser mais como a Lady Gaga e sermos realmente originais e autênticos… Enquanto isso não ocorre, sejamos pelo menos pequenos monstros 😉

Ah, eu escrevi o post ouvindo Alejandro… e Lady Gaga, se eu fosse como tú, tirava as mãos do bolso e… mostrava o verdadeiro amor ^.^ ¬¬

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Não, eu tento não comentar certas coisas, mas desculpa, acabei de ver uma propaganda (ou ação institucional) falando sobre o bullying. O que é isso? basicamente, é quando alguém te humilha, te bate, faz pressão social e moral contra você, e normalmente isso acontece na escola  (mas dá pra acontecer no trabalho, na faculdade, no parque, na fazenda et na casinha de sapê).

O grande slogan, o catch phrase é: Bullying: A hora de falar é agora!.

AGORA? AGORA? PELO AMOR DE DEUS… Eu apanhei durante vários anos, eu fui chamado de viado e o caralho a quatro e a hora de falar é agora?
Quando eu apanhava na escola, eu era antissocial, eu era arrongante, a culpa ERA MINHA!!! E agora tem o Bullying?

Ahhh, não dá, esse negócio virou modinha, é um problema sério, e deve ser assim visto, mas na minha época, e eu tenho apenas 23 anos, não tinha isso. Eu apanhava, me xingavam, jogavam coisas em mim, e ninguém fazia nada, meus pais tentavam me defender e isso piorava tudo, os professores, diretores, coordenadores, uns inúteis, incapazes… E agora eles descobriram que isso pode causar GRAVES TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS…

Olha, eu fico feliz que meus primos não vão passar por isso (assim espero), e por mim e por tantos outros, só posso dizer que

BULLYING: A HORA DE FALAR JÁ PASSOU!!!!!

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Sendo totalmente sincero, eu gostaria que este fosse um espaço de discussão. Eu sei que meus posts são, basicamente, reclamações, porém, creio que o que escrevo acaba por ser ocorrência comum em muitas outras vidas. Não me considero tão especial que o que ocorre comigo, ocorre com todos, mas todos nós vivenciamos o desencantamento do mundo, ou não?

Ficaria feliz em poder criar discussões existenciais, filosóficas, cotidianas, contemporâneas…

Porém, nem sempre as coisas acontecem como queremos. De qualquer forma, continuarei a escrever, se não para discussões, para expressar o que sinto.

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